Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
E-commerce em 2009
Celulares, redes sociais e grandes varejistas devem agitar o comércio online.
Por Stelleo Tolda
Para encontrar produtos ou serviços em uma única pegada clique aqui
É sempre um exercício divertido pensar no futuro e tentar fazer algumas inferências sobre o que o ano de 2009 reserva para o comércio eletrônico.
Acredito que para “esquentar a briga”, soluções que envolvem pagamentos nas plataformas móveis devem se destacar neste ano que se inicia. Digo isso porque acredito que iPhone (Apple), Android (Google) e Symbian (Nokia) concorrerão entre si para oferecer cada vez mais soluções que integrem as facilidades móveis com o comércio eletrônico, já consolidado de certa forma entre os ‘heavy users’ de internet nas plataformas fixas.
Outro fator que vai gerar certo ‘buzz’ será a entrada da rede Casas Bahia, um dos gigantes do varejo tradicional, no comércio eletrônico. Ainda vai faltar o Carrefour, mas com a presença do concorrente Wal-Mart, é certo que esses gigantes a comecem direcionar suas estratégias para o que farão em território virtual.
A maior exploração das redes sociais online acarretará para 2009 uma porta de entrada adicional para os internautas que ainda não negociaram via e-commerce. As redes sociais online ou as mídias sociais foram a grande vedete de 2008 e sua tendência é a sofisticação das ferramentas que utilizam, dos gadgets e widgets que oferecerão aos membros como forma também de monetização desses ambientes.
Aposto também no maior envolvimento das empresas, sobretudo às ligadas ao comércio/varejo, com as mídias sociais com fins de interação, envolvimento, relacionamento e consolidação de marca. Como disse em outra ocasião, essas redes não poderão mais ser negligenciadas pelas empresas.
A publicidade na internet também vai evoluir: acredito em um modelo “pay-per-performance” como um atrativo para o desenvolvimento da mídia online e para um ganha-ganha entre anunciantes e veículos.
E, por fim, creio que as buscas serão cada vez mais verticais, em função dos interesses e da experiência do internauta. As buscas horizontais não perderão o espaço, mas à medida que o internauta se sofistica, ele requer mais ferramentas e passa a não depender tanto das tradicionais portas de entrada da rede.
No mais, a entrada das classes menos favorecidas na internet e o maior acesso a computadores e banda larga são previsões mais do que certas para o ano que começa.
Mãos à obra e bom ano a todos!
Stelleo Tolda é diretor-presidente do MercadoLivre.com desde o seu lançamento em 1999, e também editor do blog MLOG.
Fonte: IDG NOW
Por Stelleo Tolda
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É sempre um exercício divertido pensar no futuro e tentar fazer algumas inferências sobre o que o ano de 2009 reserva para o comércio eletrônico.
Acredito que para “esquentar a briga”, soluções que envolvem pagamentos nas plataformas móveis devem se destacar neste ano que se inicia. Digo isso porque acredito que iPhone (Apple), Android (Google) e Symbian (Nokia) concorrerão entre si para oferecer cada vez mais soluções que integrem as facilidades móveis com o comércio eletrônico, já consolidado de certa forma entre os ‘heavy users’ de internet nas plataformas fixas.
Outro fator que vai gerar certo ‘buzz’ será a entrada da rede Casas Bahia, um dos gigantes do varejo tradicional, no comércio eletrônico. Ainda vai faltar o Carrefour, mas com a presença do concorrente Wal-Mart, é certo que esses gigantes a comecem direcionar suas estratégias para o que farão em território virtual.
A maior exploração das redes sociais online acarretará para 2009 uma porta de entrada adicional para os internautas que ainda não negociaram via e-commerce. As redes sociais online ou as mídias sociais foram a grande vedete de 2008 e sua tendência é a sofisticação das ferramentas que utilizam, dos gadgets e widgets que oferecerão aos membros como forma também de monetização desses ambientes.
Aposto também no maior envolvimento das empresas, sobretudo às ligadas ao comércio/varejo, com as mídias sociais com fins de interação, envolvimento, relacionamento e consolidação de marca. Como disse em outra ocasião, essas redes não poderão mais ser negligenciadas pelas empresas.
A publicidade na internet também vai evoluir: acredito em um modelo “pay-per-performance” como um atrativo para o desenvolvimento da mídia online e para um ganha-ganha entre anunciantes e veículos.
E, por fim, creio que as buscas serão cada vez mais verticais, em função dos interesses e da experiência do internauta. As buscas horizontais não perderão o espaço, mas à medida que o internauta se sofistica, ele requer mais ferramentas e passa a não depender tanto das tradicionais portas de entrada da rede.
No mais, a entrada das classes menos favorecidas na internet e o maior acesso a computadores e banda larga são previsões mais do que certas para o ano que começa.
Mãos à obra e bom ano a todos!
Stelleo Tolda é diretor-presidente do MercadoLivre.com desde o seu lançamento em 1999, e também editor do blog MLOG.
Fonte: IDG NOW
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E-commerce brasileiro cresce menos que o previsto no Natal de 2008
São Paulo - Crise fez com que crescimento ficasse em 15%, com faturamento de R$ 1,25 bilhão. Previsão era de aumento de 25% nas vendas.
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O comércio eletrônico brasileiro cresceu abaixo do esperado no Natal de 2008, informou nesta segunda-feira a e-bit, consultoria sobre e-commerce. Ente 15 de novembro e 23 de dezembro foram comercializados 1,25 bilhão de reais em produtos, uma evolução de 15% em relação ao mesmo período de 2007. A previsão, porém, era de crescimento de 25%, com faturamento na casa de 1,35 bilhão de reais.
Segundo a e-bit, a crise econômica foi responsável pelo crescimento abaixo do esperado - não só no comércio online mas em todo o setor varejista. Ainda assim, o crescimento do e-commerce foi bem superior ao registrado em shopping centers, que ficou em 3,5%, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).
Fonte: IDG NOW!
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O comércio eletrônico brasileiro cresceu abaixo do esperado no Natal de 2008, informou nesta segunda-feira a e-bit, consultoria sobre e-commerce. Ente 15 de novembro e 23 de dezembro foram comercializados 1,25 bilhão de reais em produtos, uma evolução de 15% em relação ao mesmo período de 2007. A previsão, porém, era de crescimento de 25%, com faturamento na casa de 1,35 bilhão de reais.
Segundo a e-bit, a crise econômica foi responsável pelo crescimento abaixo do esperado - não só no comércio online mas em todo o setor varejista. Ainda assim, o crescimento do e-commerce foi bem superior ao registrado em shopping centers, que ficou em 3,5%, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).
Fonte: IDG NOW!
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